Dia 19 de Março de 2011, Brasil, Barack Obama chega no território brasileiro em Brasília capital federal.
Dia 20 de Março de 2011, Barack Obama chega do Rio de Janeiro e se hospeda no Hotel Morriott em Copacabana, zona sul da cidade.
Nem ia falar de Obama no Brasil, não vejo muitos comentários na rua, não vejo um noticíario totalmente dedicado a família Obama, já que o presidente americano veio com toda família, Michelle Obama e as filhas Malia e Sasha, pra falar a verdade não tava nem ai pra visita de Obama no Brasil.
Mas as mulheres, sempre elas, nos fazem parar um pouco e pensar em algumas coisas. Minha namorada, no qual, tem algumas coincidencias com a primeira dama americana, no nome, Michele, e a raça, Negra, e só, eu acho. Estava totalmente empolgada com a visita de Barack Obama no Brasil, não entendi muito o porque de tanta alegria, mas me explicou, falou que, por motivo de ser o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, uma honra e tudo mais. Continue normal, mas a menina estava totalmente feliz com a família Obama.
Ai comecei a pensar em Obama, Estados Unidos, Brasil, e tudo mais. Logo de prima pensei no pré-conceito racial. O pré-conceito racial no Estados Unidos foi, vai, não sei se sempre continuará, tomara que não, ao extremo total, até as décadas de 1980 e 1980 o racismo norte - americano rompia todos os limites. Negros não podiam andar em bairros de brancos, não podia entrar em bares, hotéis, não podiam pegar ôónibus, e quando pegavam os ónibus, tinham que se levantar para alguma pessoa branca poder sentar, o cumulo do absurdo, mas era assim na terra do Tio San. Isso ocorria principalmente no Sul dos Estados Unidos, Atlanta, Mississipi, Alabama, Luisiana, Tennessee, entre outros lugares no Sul do país. Sem falar na Ku Klux Klan ou KKK, a organização racista de brancos americanos que surgiu no Tennessee, século XIX e se alastrou por quase todo Estados Unidos, mas principalmente no Sul do país logo após a guerra civil americana. A ideia era vetar que os negros que tinham sido libertado da escravidão conquistasse terras para platiu e outras coisas. Os integrantes da KKK saiam vestidos de branco, com um capuz também branco na cabeça colocando fogo nas igrejas batista, frequentada na maioria por negros ou colando fogo nas propriedades. A divisão imprecionante entre os negros e os brancos no Estados Unidos e principalmente no sul do país gerou muitas revoltas, conflitos, mortes, muitas mortes de negros, principalmente negros e também de brancos. Grupos radicais de negros também foram formados, como os Panteras Negra, movimentos pela liberdade civil foram formados, lideres apareceram, Martin Luther King, Malcon X, entre outros e as coisas começaram a dar sinais de mudança.
Politicas foram tomadas para que os negros tivessem os mesmo direitos dos brancos, ou seria por bem, ou seria por mal, mas teria que ser feito alguma coisa. A mais relevante ao meu ver, e ao ver dos americanos foi a politica de cotas. A politica de cotas raciais passou a ser a principal arma dos negros norte - americanos para poderem se sobressair na dura vida de racismo que existia no país. Cotas no trabalho, nas escolas, nas universidades, em praticamente tudo, foi um banho de aguá fria nos racistas, ninguém aceitava tal coisa, um absurdo para os racistas terem que conviver com negros n trabalho, ter filhos na mesma escola de negros..... mas era lei, e lei tinha que ser cumprida. Logo surgia artistas negros de destaque nas T.Vs americanas, jornalistas negros, apresentadores de jornais, conhecido no mundo jornalistico de Ancora, advogados, entre outras profissões de destaque ou não, mesmo que forçadamente, mas que com cotas, mas os negros norte - americanos passaram a ter destaque em tudo, tal como os brancos.
Barack Obama foi um deles, o presidente do Estados Unidos também usufruiu das cotas, declarava em alto e bom som nos discursos de sua campanha presidencial e também na sua posse como novo presidente dos Estados Unidos da América. Disse que as cotas foram fundamentais para ele, se formou no curso de Ciências Sociais e se tornou um ciêntista politico, ( será que minha namorada está tão empolgada porque também me formei em ciências sociais ? será que ela quer ser a primeira dama brasileira ? )
Bom, a verdade é que Obama tem profunda simpatia pelas cotas nos Estados Unidos.
Mas e no Brasil ? Na verdade o Brasil não é os Estados Unidos. Aqui não teve e nem tem a Kun Klux Klan, embora tem muitos simpatizantes por incrível que pareça, não tem a KKK, mas tem os Skinheds, acho que não chaga aos pés da KKK graças a Deus, mas eles tentam, e muito. Aqui no Brasil também nunca nenhum negro precisou se levantar de nenhum banco no ónibus para algum branco sentar, pelo menos nunca ouvi falar, mas sabemos que já teve casos e casos de pessoas que se recusaram e sentar do lado de algum negro no onibus, preferiram sentar em outro lugar, afinal, estamos em um país livre. Aqui também nunca ouve uma proibição de negros não poderem entrar em bares, hotéis, restaurantes e nenhum outro pólo comercial, ainda bem, mas infelizmente sabemos que muitos negros já foram convidadas a sair de alguns restaurantes, alguns bares.... shopping centers..... Eu disse foram convidados a sairem, nunca foram expulsos, foram convidades a sairem. Aqui também não tem nenhuma restrição de negros circularem em bairros de brancos, ou vice-versa, todos podem circular aonde bem entender. Mas existe alguns lugares que negros curculam, que causa um certo...... desconforto para alguns brancos, talves eles ficam um pouco assustados porque não se conhecem direito, acho que é isso. Na politica também não consegui ver nenhum ciêntista politico negro famoso, bom, vi um uma vez na TV, nem sei o nome dele, mas estava na rede de TV que o Netinho de Paula abriu, a TV Gente da Gente, acho que era esse nome, mas sumiu, acho que acabou. Por falar em Netinho, ele tem um certo destaque na politica, mas não é ciêntista social nem politico, ( será que sou eu um futuro destaque na politica, sou ciêntista social, mas não quero ser politico, não, acho que não sou eu ) talves seja o Netinho, sei lá.
A verdade é que, o Brasil não é o Estados Unidos. Mas existe muitas coisas parecidas como o racismo, o racismo do Brasil é diferente do racismo dos Estados Unidos, mas existe, e muito, racismo dos Unidos Unidos é bem mais aberto e declarado, o racismo do Brasil é mais fechado, mas ele existe, nem por isso deixa de ser racismo. Talves o racismo dos norte - americanos por ser tão escancarado, obrigou e de uma certa forma ajudou os negros a terem um destaque na sociedade graças as politicas de cotas racias, mas e no Brasil aonde o racismo existe mas ao mesmo tempo não existe ? Como fazer uma política de cotas raciais se muitos negros não se consideram negros ? Como fazer com que negros e brancos tenham igualdade nem país que todos falam que racismo não existe, mas quase que diariamente um negro sofre préconceito raical ?
Como ver, ter um negro de destaque na politica, TV, jornal, entre outros ramos na sociedade se o negro não tem as mesmas oportunidades que os brancos ?
Questões dificeis de ser respoder, e mais ainda de solucionar. Acho que as cotas são importantes, e deveriam ter em todas as faculdades públicas e particulares de nome, mas cotas sociais, nas quais estariam embutidas cotas raciais também, programas sociais nos bairros e cidades mais pobres, uma revolução geral em escolas públicas com melhoria do ensino. Talves por ai possamos ter uma reviravolta na sociedade brasileira.
Dia 20 de Março de 2011, Barack Obama chega do Rio de Janeiro e se hospeda no Hotel Morriott em Copacabana, zona sul da cidade.
Nem ia falar de Obama no Brasil, não vejo muitos comentários na rua, não vejo um noticíario totalmente dedicado a família Obama, já que o presidente americano veio com toda família, Michelle Obama e as filhas Malia e Sasha, pra falar a verdade não tava nem ai pra visita de Obama no Brasil.
Mas as mulheres, sempre elas, nos fazem parar um pouco e pensar em algumas coisas. Minha namorada, no qual, tem algumas coincidencias com a primeira dama americana, no nome, Michele, e a raça, Negra, e só, eu acho. Estava totalmente empolgada com a visita de Barack Obama no Brasil, não entendi muito o porque de tanta alegria, mas me explicou, falou que, por motivo de ser o primeiro presidente negro dos Estados Unidos, uma honra e tudo mais. Continue normal, mas a menina estava totalmente feliz com a família Obama.
Ai comecei a pensar em Obama, Estados Unidos, Brasil, e tudo mais. Logo de prima pensei no pré-conceito racial. O pré-conceito racial no Estados Unidos foi, vai, não sei se sempre continuará, tomara que não, ao extremo total, até as décadas de 1980 e 1980 o racismo norte - americano rompia todos os limites. Negros não podiam andar em bairros de brancos, não podia entrar em bares, hotéis, não podiam pegar ôónibus, e quando pegavam os ónibus, tinham que se levantar para alguma pessoa branca poder sentar, o cumulo do absurdo, mas era assim na terra do Tio San. Isso ocorria principalmente no Sul dos Estados Unidos, Atlanta, Mississipi, Alabama, Luisiana, Tennessee, entre outros lugares no Sul do país. Sem falar na Ku Klux Klan ou KKK, a organização racista de brancos americanos que surgiu no Tennessee, século XIX e se alastrou por quase todo Estados Unidos, mas principalmente no Sul do país logo após a guerra civil americana. A ideia era vetar que os negros que tinham sido libertado da escravidão conquistasse terras para platiu e outras coisas. Os integrantes da KKK saiam vestidos de branco, com um capuz também branco na cabeça colocando fogo nas igrejas batista, frequentada na maioria por negros ou colando fogo nas propriedades. A divisão imprecionante entre os negros e os brancos no Estados Unidos e principalmente no sul do país gerou muitas revoltas, conflitos, mortes, muitas mortes de negros, principalmente negros e também de brancos. Grupos radicais de negros também foram formados, como os Panteras Negra, movimentos pela liberdade civil foram formados, lideres apareceram, Martin Luther King, Malcon X, entre outros e as coisas começaram a dar sinais de mudança.
Politicas foram tomadas para que os negros tivessem os mesmo direitos dos brancos, ou seria por bem, ou seria por mal, mas teria que ser feito alguma coisa. A mais relevante ao meu ver, e ao ver dos americanos foi a politica de cotas. A politica de cotas raciais passou a ser a principal arma dos negros norte - americanos para poderem se sobressair na dura vida de racismo que existia no país. Cotas no trabalho, nas escolas, nas universidades, em praticamente tudo, foi um banho de aguá fria nos racistas, ninguém aceitava tal coisa, um absurdo para os racistas terem que conviver com negros n trabalho, ter filhos na mesma escola de negros..... mas era lei, e lei tinha que ser cumprida. Logo surgia artistas negros de destaque nas T.Vs americanas, jornalistas negros, apresentadores de jornais, conhecido no mundo jornalistico de Ancora, advogados, entre outras profissões de destaque ou não, mesmo que forçadamente, mas que com cotas, mas os negros norte - americanos passaram a ter destaque em tudo, tal como os brancos.
Barack Obama foi um deles, o presidente do Estados Unidos também usufruiu das cotas, declarava em alto e bom som nos discursos de sua campanha presidencial e também na sua posse como novo presidente dos Estados Unidos da América. Disse que as cotas foram fundamentais para ele, se formou no curso de Ciências Sociais e se tornou um ciêntista politico, ( será que minha namorada está tão empolgada porque também me formei em ciências sociais ? será que ela quer ser a primeira dama brasileira ? )
Bom, a verdade é que Obama tem profunda simpatia pelas cotas nos Estados Unidos.
Mas e no Brasil ? Na verdade o Brasil não é os Estados Unidos. Aqui não teve e nem tem a Kun Klux Klan, embora tem muitos simpatizantes por incrível que pareça, não tem a KKK, mas tem os Skinheds, acho que não chaga aos pés da KKK graças a Deus, mas eles tentam, e muito. Aqui no Brasil também nunca nenhum negro precisou se levantar de nenhum banco no ónibus para algum branco sentar, pelo menos nunca ouvi falar, mas sabemos que já teve casos e casos de pessoas que se recusaram e sentar do lado de algum negro no onibus, preferiram sentar em outro lugar, afinal, estamos em um país livre. Aqui também nunca ouve uma proibição de negros não poderem entrar em bares, hotéis, restaurantes e nenhum outro pólo comercial, ainda bem, mas infelizmente sabemos que muitos negros já foram convidadas a sair de alguns restaurantes, alguns bares.... shopping centers..... Eu disse foram convidados a sairem, nunca foram expulsos, foram convidades a sairem. Aqui também não tem nenhuma restrição de negros circularem em bairros de brancos, ou vice-versa, todos podem circular aonde bem entender. Mas existe alguns lugares que negros curculam, que causa um certo...... desconforto para alguns brancos, talves eles ficam um pouco assustados porque não se conhecem direito, acho que é isso. Na politica também não consegui ver nenhum ciêntista politico negro famoso, bom, vi um uma vez na TV, nem sei o nome dele, mas estava na rede de TV que o Netinho de Paula abriu, a TV Gente da Gente, acho que era esse nome, mas sumiu, acho que acabou. Por falar em Netinho, ele tem um certo destaque na politica, mas não é ciêntista social nem politico, ( será que sou eu um futuro destaque na politica, sou ciêntista social, mas não quero ser politico, não, acho que não sou eu ) talves seja o Netinho, sei lá.
A verdade é que, o Brasil não é o Estados Unidos. Mas existe muitas coisas parecidas como o racismo, o racismo do Brasil é diferente do racismo dos Estados Unidos, mas existe, e muito, racismo dos Unidos Unidos é bem mais aberto e declarado, o racismo do Brasil é mais fechado, mas ele existe, nem por isso deixa de ser racismo. Talves o racismo dos norte - americanos por ser tão escancarado, obrigou e de uma certa forma ajudou os negros a terem um destaque na sociedade graças as politicas de cotas racias, mas e no Brasil aonde o racismo existe mas ao mesmo tempo não existe ? Como fazer uma política de cotas raciais se muitos negros não se consideram negros ? Como fazer com que negros e brancos tenham igualdade nem país que todos falam que racismo não existe, mas quase que diariamente um negro sofre préconceito raical ?
Como ver, ter um negro de destaque na politica, TV, jornal, entre outros ramos na sociedade se o negro não tem as mesmas oportunidades que os brancos ?
Questões dificeis de ser respoder, e mais ainda de solucionar. Acho que as cotas são importantes, e deveriam ter em todas as faculdades públicas e particulares de nome, mas cotas sociais, nas quais estariam embutidas cotas raciais também, programas sociais nos bairros e cidades mais pobres, uma revolução geral em escolas públicas com melhoria do ensino. Talves por ai possamos ter uma reviravolta na sociedade brasileira.

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